Uma introdução aos sistemas que planejam etapas e usam ferramentas — com atenção a limites e supervisão humana.
De resposta para ação
Um assistente conversacional normalmente responde a uma solicitação. Um agente pode receber um objetivo, dividir o trabalho em etapas e acionar ferramentas disponíveis, como consultar uma fonte, organizar dados ou preparar uma tarefa.
A palavra “agente” é usada de formas diferentes por empresas e produtos. Por isso, vale verificar o que o sistema realmente faz: quais ferramentas pode acessar, que ações executa sem pedir autorização e em que momento chama uma pessoa para revisar.
Defina uma área de atuação
Comece com tarefas pequenas, reversíveis e fáceis de conferir. Dê ao sistema somente o acesso necessário para aquela atividade e mantenha a aprovação humana para ações externas, alterações importantes, compras, exclusões e envio de mensagens.
Registre o que o agente fez e teste casos de erro, não apenas o caminho ideal. Instruções maliciosas dentro de páginas, documentos ou e-mails podem tentar desviar o sistema; conteúdo externo deve ser tratado como informação a analisar, não como autorização para agir.
Uma lista antes de adotar
Antes de colocar um agente em uma rotina, pergunte: qual é o objetivo, quais dados ele verá, quais ferramentas usará, quais ações exigem aprovação e como alguém pode interromper ou corrigir o processo? Se essas respostas não estiverem claras, reduza o escopo.
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Consulte também estas referências:
A guide to building agents — OpenAI Developers ↗